Eu adoro um bom papo de botequim. E quem não gosta?! Claro, há que se esclarecer o que é que eu entendo por ‘botequim’. Meus botequins são os tradicionais cafés de Curitiba. Cada um tem um toque especial. O bom mesmo seria se todos os toques estivessem no mesmo lugar. Mas como não estão, me esbaldo visitando um pouco de cada um.
O que mais me chama atenção nas conversas que posso ouvir nos cafés é... simplesmente tudo. Desde a composição das mesas até os assuntos. Na última vez que fui fiquei muito intrigando com uma dessas mesas que vai se formando aos poucos, ou melhor, mudando aos poucos.

Depois do loiro contar uma história sobre uma senhora que tentou entrar no prédio, mas foi impedida por todos os metais que ela trazia nos diversos bolsos e várias sacolas. Histórias ou estórias do cotidiano de trabalho em portaria.
Depois de algum tempo chegaram outros três garotos, um deles muito alto e outro de meia estatura, ambos com porte de professores. E o terceiro fazia parte do clube dos loiros, com cara de médico. Intui pela roupa, mala e também pelo sorriso, meio maléfico. Não que os médicos sejam maléficos, mas os dos meus pesadelos sempre são.

As risadas continuavam... e logo chegaram mais dois na mesa.
Isso eu vou contar depois... no próximo post eu continuo. Até lá vou prestar mai atenção no meu latte machiato e meu petit gateau.
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